Por: Bianca Latini

Eu quero alimentar meus sonhos
E não deixá-los morrer de inanição
Que eu tenha arte, fé, peito, coragem,
Para reconhecê-los, entendê-los, explorá-los
Que eu não os compare, nãos os julgue, não os abafe, achondo-os tolos, inadequados, inalcançáveis
Eles vieram a um propósito e dizem muito sobre mim, minha jornada
Maluquice? Insanidade?
Não! Verdade.
Resistência, punição, fricção, cheque-mate: é o que costumamos fazer em relação aos nossos impulsos peristálticos, nossos movimentos orgânicos e naturais
Nossas mandalas da vida são caleidoscópios, aparentemente, sem lógica
De forma mais profunda, há um desenho minucioso, uma impressão digital singular, uma sutil e perfeita correspondência com o nosso DNA espiritual, nossas memórias celulares, vivências intra uterinas, nosso sopro de vida, além-corpo, transcasca.
Muitas vezes, seguimos, anti-maré, nadando para onde não dá pé, sabemos que vamos imergir, naufragar, sufocar…

Que possa eu enxergar, mesmo debaixo d’água e fure ondas, nadando bem rente ao fundo, sabedoura do caminho de volta da anti-essência para o que, magistralmente, faz sentido ao sentir.

Por Bianca Latini


Créditos da imagem: Unsplash

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