Bob Dylan, poeta.

Bob Dylan_litrararte

Por: Alexandre Costeira Frazão

Conhecido pelo estilo musical único e pelas canções de protesto que embalaram os anos 1960, Bob Dylan já era uma lenda da música em 2016, quando venceu o Prêmio Nobel de Literatura.

Apesar de algumas críticas à escolha da Academia Sueca, na base do erudito bobo do “rock não é literatura”, a homenagem foi, em geral, bem recebida.

Talvez, nem tanto pelo próprio Dylan que sequer apareceu na cerimônia de entrega do prêmio.

Ao mesmo tempo que retrata o seu tempo a poesia de Dylan é atemporal, combina a dureza da canção de protesto com doçura e faz ceticismo e esperança andarem de mãos dadas.

Absolutely Sweet Marie, reúne lindamente todas estas características e não foi à toa que a Secretaria do Nobel a recomendou como a obra fundamental para conhecer a poesia do autor.

Absolutely Sweet Marie

Well, your railroad gate, you know I just can’t jump it

Sometimes it gets so hard, you see

I’m just sitting here beating on my trumpet

With all these promises you left for me

But where are you tonight, sweet Marie?

 

Well, I waited for you when I was half sick

Yes, I waited for you when you hated me

Well, I waited for you inside of the frozen traffic

When you knew I had some other place to be

Now, where are you tonight, sweet Marie?

Well, anybody can be just like me, obviously

But then, now again, not too many can be like you, fortunately

 

Well, six white horses that you did promise

Were fin’lly delivered down to the penitentiary

But to live outside the law, you must be honest

I know you always say that you agree

But where are you tonight, sweet Marie?

Well, I don’t know how it happened

But the river-boat captain, he knows my fate

But ev’rybody else, even yourself

They’re just gonna have to wait

Well, I got the fever down in my pockets

The Persian drunkard, he follows me

Yes, I can take him to your house but I can’t unlock it

You see, you forgot to leave me with the key

Oh, where are you tonight, sweet Marie?

Now, I been in jail when all my mail showed

That a man can’t give his address out to bad company

And now I stand here lookin’ at your yellow railroad

In the ruins of your balcony

Wond’ring where you are tonight, sweet Marie

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