Categoria Diogo Verri Garcia

Batalha sobre as ondas

Por: Diogo Verri Garcia Batalha sobre as ondas Devemos caminhar longe daquilo que nos faz mal, Do que nos desalegre, Ou que nos extermine. Não é questão de regra, De bom trato social. Como se dizer adeus, Para, enfim, reabraçar fosse anormal. Mas há limitação entre o não triste ser E a busca do que […]

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Decúbito Final

Por: Diogo Verri Garcia Decúbito Final Quando tudo mais parar, E o aperto descansar, Que assim seja. Que a alma possa se acomodar, E o corpo parar de lutar Para que o fim do amor cá esteja. Finalmente, haverá tenacidade e tranquilidade em perceber ser assim. Que a certeza não põe cartas na mesa. O […]

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Carta em entrevista

Por: Diogo Verri Garcia (Carta em entrevista) Se a vida fosse sempre calada e nada incerta, Passaria discreta, Sem qualquer conotação. Haveria só dores literais ou iguais sorrisos, Talvez nada que opusesse a vida ideal que avalizo, Porém sem o que nos elevasse além do chão. Se a vida fosse sempre reta, Seria dessalgada, descomprometida […]

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Réquiem pelo verso

Por: Diogo Verri Garcia (Réquiem pelo verso) Há momento De quem reverbera a própria parada. E se dá um descanso, Tão mais breve que o tempo seja Tão mais calmo quanto a tudo veja, Sem que haja em sua sorte sequer Uma luz apagada. Afinal é parada, só parada. Pois é chama que reluz quando […]

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Descortinando

Por: Diogo Verri Garcia Nada como o dom de estar certo Mandar seguir a vida, Aliviar o canto. Deixar o sol bater, Abrir a cortina. E lá fora, em que não se olhava a vida, há uma manhã tão bela. Nada como o dom de estar certo. E estar santo No refúgio da paz que […]

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Decúbito, 1 de 2

Por: Diogo Verri Garcia Prezados Leitores, Com algum atraso, o texto da semana: (Decúbito, 1 de 2) Sem se deixar ponderar, Ela pensou o que quis. Pois consolidou-se matriz Da angústia, que era tão mais. E assim não falou, não amou, nem sofreu, Nem sequer compreendeu Que havia algo justo e completo, Um convite a […]

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O tempo e a pressa

Por: Diogo Verri Garcia (O tempo e a pressa) O tempo e a pressa, Eu soube: vocês se falaram, Mas não maldisseram o quão tudo foi forte, Tão só sorriram, soluçaram e calaram. O tempo e a pressa, Eu soube que se arrependeram Do gosto amargo da sorte, Da junção de esforços que me prometeram. […]

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Memórias de um mês de março vazio

Por: Diogo Verri Garcia (Memórias de um mês de março vazio) Cai a tarde, que não se vai tão tarde. Vê-se a rua deserta, A aglomeração repleta da falta de querer se amontoar. Há algum decúbito de bares vazio, Sem calor humano, um frio entorpece os cantos sem nos deixar acostumar. Vê-se que a vida […]

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O tempo pára

Por: Mona Vilardo O tempo pára Hoje terei que discordar do Cazuza, mesmo sendo seu aniversário. Cazuza, preciso dizer que o tempo pára. E, estranhamente, parou no mundo todo, para todos nós. Mas, olha que curioso, no tempo que parou eu escutei o canto dos pássaros na minha rua, que sempre está cheia de carros […]

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Palavras de uma alma inacabada

Por: Diogo Verri Garcia (Palavras de uma alma inacabada) Crescer é romper, É amar, é colher. É se lamentar mesmo quando o lamento não for grande. É saber reviver, depois de chorar lágrimas de sangue. É notar que a vida passa frente à face, Ágil, como se um único dia fosse toda a vida. Curto […]

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