Categoria Diogo Verri Garcia

Dois do Onze

Por: Diogo Verri Garcia Dois do Onze Há mais um dia frio.Não há tantos sinos que dobrem,Ou candelabros que lotema exaltar mais chamas acesas.Postas estão algumas velas, tateando a mesa,Em um instante de paz, de pesar.Com preces todasdispostas no cruzeiro, no altar,Em respeito de quem deixou saudade e foi,pois precisou partir. É um dia sem […]

Ler mais

Poema do Amor em Prognose

Por: Diogo Verri Garcia (Poema do Amor em Prognose) Amar é a arte da mágoaQue se faz compartilhadaAté a felicidade que, por vezes, nos encontra,Em tantas, é por nós repassada,Na tentativa de achar,dentro do verbo amar,Uma resposta.Pena que não se sabe tanto ser felizE passa-se tão perto, por um triz,De quem de ti gostou e […]

Ler mais

Poema do Erro Redundante

Por: Diogo Verri Garcia Prezados Leitores, Em comemoração ao Dia Nacional do Poeta (ontem, 20/10), republicamos “Poema do Erro Redundante”, autoral, de 2019, dada a possibilidade de lidar com palavras, emoções, significados e até com a norma padrão, que o ofício da poesia nos garante. Tal como outrora expressamos em “Descredenciado Poeta”, de 2018, “a […]

Ler mais

Poemas Pálidos

Por: Diogo Verri Garcia Poemas Pálidos (#repost) Sorrateiramente, sem violência,Poemas vêm e vão.Como passagens de trem, como o verão.Nem todos são vigentes,confortáveis ou frequentes.Há poemas que são pálidos;outros, que são quentes. Quando encorpam, avançam e arrastamFeito forças do vento abrasivo, que é bravo.Quando desandam, são blocos de versoque não causam, nem intencionam.Sem sabor, não tencionam […]

Ler mais

Setembro

Por: Diogo Verri Garcia Setembro (#repost) Setembro bom,que de vez o inverno espanta.Já torna longas as tardes, encantaTodo aquele que observa um jardim de setembro.É tempoDo arvoredo quedar-se exulto,Envolto em flores, em chão de colorido tumulto,Que dura até meados de novembro.Setembro, o vento frio cá já não sopra mais o rosto,É mais quente que o […]

Ler mais

GRÃO E MIGALHAS

Por: Diogo Verri Garcia GRÃO E MIGALHAS (#repost) Por vezes, insistem em dar migalhas,Enquanto minha mente anda morta de fome.Fome por fome, estou acostumado,Mas não acho engraçado não saber ler meu nome. Parece até princípio de fim.Meio de vida é qualquer um, afinal.E se não acho um caminho certo para mim,O fim, no início, é […]

Ler mais

VAI, RAPAZ! (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia VAI, RAPAZ! (#repost) Te disseram que o tempo é morada,Caminho para todos que sofrem.Te falaram que a vontade ficou endividada.E com dúvida, se se entrega ou se corre. Veja que ela também quer os teus olhos,Mas teme do mundo a reprovação.Nota que face à tua galhardia,Ela também se arrepia, tem taquicardia, […]

Ler mais

Descredenciado Poeta (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia Descredenciado Poeta (#repost) A poesia, quando sai do poeta,É livre, sem responsabilidade.Quem assume seu próprio risco é o leitorQue lê o que quer, adota suas próprias verdades. Descredencia cada palavra dita,Que não pertence mais a quem as fez.Os prantos podem se tornar sorrisos;Os risos, desatar de vez. As saudades, que eram […]

Ler mais

Mar em Oração (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia MAR EM ORAÇÃO (#repost) Seja forte, como o mar é forte,Mas te amolde e te quebre como as ondas que batem.Seja leve, como o mar é leve,Com ondas breves, como as que rompem a tarde. Seja bravo e te defenda do argumento,Quanto te calarem o pranto e te pretenderem agonia.Seja estupendo, […]

Ler mais

Decúbito, 2 de 2

Por: Diogo Verri Garcia (DECÚBITO, 2 de 2) A paz, que uma vez se ausentou,de outra forma retorna.Em saber que a mão do destinoRaramente erra a porta.Demonstrou tudoO que havia entre o nada e o engano.Clareou a fundoO que não estava em planos.Deixou a vida torta,Crendo falar tão certa.Foi por Deus,Vê-se o acaso que traz,Ver […]

Ler mais