Categoria Diogo Verri Garcia

Setembro

Por: Diogo Verri Garcia Setembro (#repost) Setembro bom,que de vez o inverno espanta.Já torna longas as tardes, encantaTodo aquele que observa um jardim de setembro.É tempoDo arvoredo quedar-se exulto,Envolto em flores, em chão de colorido tumulto,Que dura até meados de novembro.Setembro, o vento frio cá já não sopra mais o rosto,É mais quente que o […]

Ler mais

GRÃO E MIGALHAS

Por: Diogo Verri Garcia GRÃO E MIGALHAS (#repost) Por vezes, insistem em dar migalhas,Enquanto minha mente anda morta de fome.Fome por fome, estou acostumado,Mas não acho engraçado não saber ler meu nome. Parece até princípio de fim.Meio de vida é qualquer um, afinal.E se não acho um caminho certo para mim,O fim, no início, é […]

Ler mais

VAI, RAPAZ! (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia VAI, RAPAZ! (#repost) Te disseram que o tempo é morada,Caminho para todos que sofrem.Te falaram que a vontade ficou endividada.E com dúvida, se se entrega ou se corre. Veja que ela também quer os teus olhos,Mas teme do mundo a reprovação.Nota que face à tua galhardia,Ela também se arrepia, tem taquicardia, […]

Ler mais

Descredenciado Poeta (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia Descredenciado Poeta (#repost) A poesia, quando sai do poeta,É livre, sem responsabilidade.Quem assume seu próprio risco é o leitorQue lê o que quer, adota suas próprias verdades. Descredencia cada palavra dita,Que não pertence mais a quem as fez.Os prantos podem se tornar sorrisos;Os risos, desatar de vez. As saudades, que eram […]

Ler mais

Mar em Oração (#repost)

Por: Diogo Verri Garcia MAR EM ORAÇÃO (#repost) Seja forte, como o mar é forte,Mas te amolde e te quebre como as ondas que batem.Seja leve, como o mar é leve,Com ondas breves, como as que rompem a tarde. Seja bravo e te defenda do argumento,Quanto te calarem o pranto e te pretenderem agonia.Seja estupendo, […]

Ler mais

Decúbito, 2 de 2

Por: Diogo Verri Garcia (DECÚBITO, 2 de 2) A paz, que uma vez se ausentou,de outra forma retorna.Em saber que a mão do destinoRaramente erra a porta.Demonstrou tudoO que havia entre o nada e o engano.Clareou a fundoO que não estava em planos.Deixou a vida torta,Crendo falar tão certa.Foi por Deus,Vê-se o acaso que traz,Ver […]

Ler mais

O Abrilhantado Sol

Por: Diogo Verri Garcia O Abrilhantado Sol Caminha o sol, Que aos poucos vai. Anda, anda, Na elegante calma De alguém que bem se preze. Inaugura a intocada friagem De uma manhã tão leve. Descobre a névoa, Que enrosca o mundo feito lençol, Pois que vai subindo aos poucos, esquentando, abrilhantando, o sol. Toca no […]

Ler mais

Verso Construtor

Por: Diogo Verri Garcia Verso Construtor A vida de quem ponderou a mais, Transforma qualquer candura e paz em questionamento. Deixa, passada, tanta questão imperar, que sem permitir explicar, Transfaz ternura em alento. Não notou o quão gigante O bem maior que ela, a vida, te quis, Pois quedou-se matriz da desconfiança que se tornou […]

Ler mais

Palavras Caminhantes

Por: Diogo Verri Garcia Palavras Caminhantes Há palavras que por mim não passam, Tanto que ficam retidas, feito um congestionamento. Tentam, mas param; busco percebê-las, mas não aderem. Funcionam feito vento na roupa, ao que se sente, mas não tocam a pele. A ponto de quererem saber, para tanto querê-las, meu argumento. Mas não preciso, […]

Ler mais

Vinte e Cinco

Por: Diogo Verri Garcia Vinte e Cinco O que há em beijos Que começam e te deixam? E ameaçam, com boca próxima, Não sente culpa; transparecem o desleixo De um nada mais… E veem sussurros Que terminam dando nós nos teus ouvidos, Que transforma o precavido, A aventurar-se nesse abraço, A deleitar-se, Sentir amor, viver […]

Ler mais