Categoria Diogo Verri Garcia
DEMOCRACIA OU FESTIVAIS
Postado no 30 de setembro de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia DEMOCRACIA OU FESTIVAIS No fundo, nunca o serão.Mas serão intensos,serão de menos, serão de mais.Idênticos, nunca se tornarão;Sequer parecidos:eleitores e amores nunca são iguais. O princípio da escolha é condição para a democracia.Mas entre nós dois não há Estado,estamos todos a viver.Falantes, risonhos, tristes ou distantes– que se abra outro frisante […]
EM GAROPABA
Postado no 16 de setembro de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia EM GAROPABA Em Garopaba, até dia chuvoso encanta,Observar baleias-francas no mar que tanto agrada.O pesqueiro branco, de nome rubro Agostinho,Do mar não volta sozinho,O vento forte o afaga. De montes verdes, areia escura e água clara,O mar em Garopaba compete a beleza com o sol.Por entre as praias, a vida encontrou […]
VERSO CONSTRUTOR
Postado no 2 de setembro de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia VERSO CONSTRUTOR A vida de quem ponderou a mais,Transforma qualquer candura e pazem questionamento.Deixa, passada, tanta questão imperar,que sem permitir explicar,Transfaz ternura em alento. Não notou o quão giganteO bem maior que ela, a vida, te quis,Pois quedou-se matrizda desconfiança que se tornou mútua.E, de tanto assim ponderar,Destronou a alegria, pretensiosa […]
VINTE E CINCO
Postado no 19 de agosto de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia VINTE E CINCO O que há em beijosQue começam e te deixam?E ameaçam, com boca próxima,Não sente culpa; transparecem o desapegoDe um nada mais…E veem sussurrosQue terminam dando nós nos teus ouvidos,Que transforma o precavido,A aventurar-se nesse abraço,A deleitar-se,Sentir amor, viver em paz. O que há nos olhos?Que mudam as cores […]
LISBOA EM FINAS TARDES (TEMPO À JANELA)
Postado no 5 de agosto de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia LISBOA EM FINAS TARDES (TEMPO À JANELA) Passou,Mais um dia passou aqui da janela.Algum frio e vento, estupendo e seco.Fim de tarde vagarosa e bela. Por aqui, o tempo não cravou estandartes,Nem usurpou os dias feito fossem suas meretrizes.Lugar em que as passagens de horas são afáveis.Diferente de onde venho, onde […]
BATALHA SOBRE AS ONDAS
Postado no 8 de julho de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia BATALHA SOBRE AS ONDAS Devemos caminhar longe daquilo que nos faz mal,Do que nos desalegre,Ou que nos extermine.Não é questão de regra,De bom trato social.Como se dizer adeus,Para, enfim, reabraçar fosse anormal.Mas há limitação entre o não triste serE a busca do que por bem vá guarnecer,Para pretender – o melhor […]
PALAVRAS CAMINHANTES
Postado no 27 de junho de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia PALAVRAS CAMINHANTES Há palavras que por mim não passam,Tanto que ficam retidas, feito um congestionamento.Tentam, mas param; busco percebê-las, mas não aderem.Funcionam feito vento na roupa, ao que se sente, mas não tocam a pele.A ponto de quererem saber, para tanto querê-las, meu argumento.Mas não preciso,Não falo.São só palavras,meu fardamento,Como toda […]
MANUAL DO AMOR DE SEMPRE
Postado no 12 de junho de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia MANUAL DO AMOR DE SEMPRE Ao pretenderes tratarOu falar a quem se gosta,Não queiras mais se atormentar,Compreender, tergiversar.Para a sorte do teu bem,entenda:Não responder já é resposta. Quem quer encontrar, dá sempre um jeito,Não há razões, palavras, preceitos,um nadaque justifique o sumir.Se o amor tanto quer te falar,Não há carga vazia […]
FLOR EM CANÇÃO
Postado no 29 de maio de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia FLOR EM CANÇÃO Tá aíA coisa mais bela que a vida pra mimTrouxe em você e em mais ninguém.InsensatoEu me torno em seus braços em meio a caríciasAté pra dizer que me faz tão bem.Não há problema em deixar transbordarAlgum lugar lá no meu peitoRisos e um poemaIlustrado em bom somPara […]
QUANDO ALGUÉM PULA DE UM TREM
Postado no 16 de maio de 2026 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia QUANDO ALGUÉM PULA DE UM TREM Quando alguém pula de um trem…Não falo de morte, leitor; deixe de afobação.Digo com ele prostrado, já chegada à estação,Pois é a melhor parada depois de tanto assistir.São algumas as horas passando a paisagem,Que não tenho nele notado,Se quem vê de fora, me nota em […]