Categoria Diogo Verri Garcia
POEMA DO ERRO REDUNDANTE
Postado no 12 de abril de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia POEMA DO ERRO REDUNDANTE Inicio meus versos nos errosDesacertados.Vindos de um surpreendente inesperado,Tão bem guardado há anos atrás.Que impediu o planejamento antecipado.Na vida, entre uma verdade e um fato,Em metades iguais. Quem visou seu desgosto ao largo,Sem encará-lo de frente.Fez como quem favoravelmente assenteE pouco caso faz, até.Com os olhos, trabalhou […]
A CHUVA CHOVEU
Postado no 26 de março de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia A CHUVA CHOVEU Quem vê quando ela chamouPara perto do mar?Para passear…A brisa bateu, o vento voouE a gente, ali a passar. Ondas que nascem, por dentro das águas.O tempo se ergueu, ficou a espreitar.Depois só choveu,A garoa afinada que mal sabe molhar. É ela a brisa que vem,Que refresca as […]
ÀS MENORES COISAS
Postado no 15 de março de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia ÀS MENORES COISAS Não me busqueQuando houver tristeza.Quando eu me fizer tristeQue seja do tamanho exato do vazioQue cabe em um verso posto em guardanapo.Um pedaço de papel dobradoContendo um esforço baldio.Que se perca, pequeno o bastante para não seguir adianteNão permita a ela destreza; apercebaQue somente louco torna a tristeza […]
O ESCUTAR DO TEMPO
Postado no 29 de fevereiro de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia O ESCUTAR DO TEMPO Apenas ouçaComo passa o vento.O silêncio que traz o tempo.Silencioso ao não se notar passar. Ouça os risos dos amigos,Os suspiros contidos.E ao pé do ouvido,Ouças as palavras de que irás se lembrar. Escolha a bela música que te toca,Leia o verso que mais te adota,Na ocasião […]
POR UMA BOSSA NOTA
Postado no 16 de fevereiro de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia POR UMA BOSSA NOTA Se tivesse tão boa vontade, te daria uma notaQue não demore maisque muitas frações de segundos, uma semibreve.Para tornar teu sorriso ainda mais levefeito a canção que leveà bancarrotaAs tolices mais idiotasQue, quanto a mim, te deixam confusa. Se tivesse uma inspiração,talvez não sei se te fariauma […]
DUAS ESTAÇÕES
Postado no 2 de fevereiro de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia DUAS ESTAÇÕES Quem reza por duas oraçõesAcaba se enganando e caminhando a péÉ como pretender ter dois quinhões,duas prendas, duas estações;No mar, duas marés. Aprenda que nem tudo que alimenta, que é bom em sinergia,Deve ser dobrado, para ser tido em dubiedade.É bom viver feliz, na causa que nos contagia,Mas se […]
SENHORA DA PASSAGEM (VISITA-SE A VIDA)
Postado no 17 de janeiro de 2024 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia SENHORA DA PASSAGEM (VISITA-SE A VIDA) “Se a vida fosse justa, não seria vida.Justeza verdadeira há só na morte,Que leva a todos: a ti, a ele, a outros.Garante uniformemente a mesma sorte”. Assim, a senhora da passagem recebiatodos quantos chegavam, sem pesares, nem contras, nem prós.Por vezes, vezes e vezes, seu […]
À ZERO HORA
Postado no 31 de dezembro de 2023 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia À ZERO HORA O tempo é estampidoQuando o relógio vira,Os fogos queimam e ascendem,Um novo tempo almeja-se,Os festejos transcendem. Percebemos que doze meses atrásUm pouco de mais era almejado.Também fizemos promessas.Talvez menos ou mais festejado. Mas nada mudará; talvez tudo mudou.Certamente um reluto, e o entusiasmo vigora como a mola da […]
DEZEMBRO E O TEMPO
Postado no 13 de dezembro de 2023 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia DEZEMBRO E O TEMPO Quando passa à frente outro anoLogo tanto tempo, em rompante, vai embora.Amanhã, nunca mais será o mesmo dezembro.Passa e passou nas ruas povo farto e alegre,(Andam também alguns avarentos).No caminhar de crianças e moças, vem ainda mais gente:Um senhor sorridente, e em passo breve a sua senhora.Está […]
A DIZER SOBRE O VERSO
Postado no 27 de novembro de 2023 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia A DIZER SOBRE O VERSO A dizer sobre o verso,Certa vez expuseramQue melhor poeta vive da tristeza,Pois narrar em vida grandezanão marca e não gracejatanto quanto falar da saudade. Que poesia boa ou é tragédia ou é autoajuda,Que o verso a si mesmo desnuda: é escrito porque há vaidade. Expuseram que […]