Categoria Diogo Verri Garcia
Postado no 15 de março de 2021 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Ser poetaé um sentimento engraçadoQue apreende a pequenez do muitoe dá razão à grandeza dos traçosde versos que haviaOnde nada mais existia. A obra dele tem condãono porquê descompassadode dar tão certo.De tratar-se no simbolismo do acerto,E quedar-se desperto,Por sublimar a riqueza,Que os torna versos bem maisDo que as razões de […]
Verso Pacificador
Postado no 5 de março de 2021 1 Comentário
Por: Diogo Verri Garcia VERSO PACIFICADOR Que a paz que o mundo rege,também te regre,e em muito, assim,te faça levee te dê tão mais. Que te encaminhe ao monteonde fortes ventos,soprem dondeSe acalmamos mais bravios temporais. Paz: que seja, ela sim, tua luz;Que haja em ti apenas,De tudo, um tanto mais.Paz,Que respire a cada ar […]
A Hora do Só
Postado no 19 de fevereiro de 2021 Deixe um comentário
Repost | Por: Diogo Verri Garcia “A Hora do Só” Quando apressa-se em achegar a madrugadaEm que me finjo aos outros desfraterno,Pois não há mal que faça um ruído, um nada.Permaneço só, privado da distração malfamada,Pois é nesta hora apenasque tenho no silêncio um subalterno. Diferente de quando toca a alvoradaE tudo mais insiste em […]
Poesia de guarda
Postado no 5 de fevereiro de 2021 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Ao poeta que não publicou,Poesia não é vinho de guarda: não é latente, é mostra.Pouco se aguenta tanto tempo assim a ser revistaQuer ser falada; se não lida, morre.Eis que sempre anseia em ser vista. Não te segures a ser inseguro com os versos,Pois ferrugem não cobre as veias de que […]
Dois do Onze
Postado no 4 de novembro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Dois do Onze Há mais um dia frio.Não há tantos sinos que dobrem,Ou candelabros que lotema exaltar mais chamas acesas.Postas estão algumas velas, tateando a mesa,Em um instante de paz, de pesar.Com preces todasdispostas no cruzeiro, no altar,Em respeito de quem deixou saudade e foi,pois precisou partir. É um dia sem […]
Poema do Amor em Prognose
Postado no 28 de outubro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia (Poema do Amor em Prognose) Amar é a arte da mágoaQue se faz compartilhadaAté a felicidade que, por vezes, nos encontra,Em tantas, é por nós repassada,Na tentativa de achar,dentro do verbo amar,Uma resposta.Pena que não se sabe tanto ser felizE passa-se tão perto, por um triz,De quem de ti gostou e […]
Poema do Erro Redundante
Postado no 21 de outubro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Prezados Leitores, Em comemoração ao Dia Nacional do Poeta (ontem, 20/10), republicamos “Poema do Erro Redundante”, autoral, de 2019, dada a possibilidade de lidar com palavras, emoções, significados e até com a norma padrão, que o ofício da poesia nos garante. Tal como outrora expressamos em “Descredenciado Poeta”, de 2018, “a […]
Poemas Pálidos
Postado no 14 de outubro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Poemas Pálidos (#repost) Sorrateiramente, sem violência,Poemas vêm e vão.Como passagens de trem, como o verão.Nem todos são vigentes,confortáveis ou frequentes.Há poemas que são pálidos;outros, que são quentes. Quando encorpam, avançam e arrastamFeito forças do vento abrasivo, que é bravo.Quando desandam, são blocos de versoque não causam, nem intencionam.Sem sabor, não tencionam […]
Setembro
Postado no 7 de outubro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia Setembro (#repost) Setembro bom,que de vez o inverno espanta.Já torna longas as tardes, encantaTodo aquele que observa um jardim de setembro.É tempoDo arvoredo quedar-se exulto,Envolto em flores, em chão de colorido tumulto,Que dura até meados de novembro.Setembro, o vento frio cá já não sopra mais o rosto,É mais quente que o […]
GRÃO E MIGALHAS
Postado no 30 de setembro de 2020 Deixe um comentário
Por: Diogo Verri Garcia GRÃO E MIGALHAS (#repost) Por vezes, insistem em dar migalhas,Enquanto minha mente anda morta de fome.Fome por fome, estou acostumado,Mas não acho engraçado não saber ler meu nome. Parece até princípio de fim.Meio de vida é qualquer um, afinal.E se não acho um caminho certo para mim,O fim, no início, é […]